Autoestima não se conquista num dia de espelho e frase motivacional. Ela se constrói com atitudes pequenas repetidas — o tipo de coisa que ninguém vê acontecendo, mas todo mundo percebe o resultado.
Confiança começa quando a gente descobre que dá para confiar na própria palavra. Escolha algo minúsculo: beber água, arrumar a cama, sair para caminhar dez minutos. Cumpra. Repita amanhã.
Quando bater aquele aperto ao ver a vida de alguém nas redes, faça uma pergunta em vez de um julgamento: "o que dessa vida eu realmente quero para mim?". Boa parte das vezes a resposta é "nada" — e isso já alivia.
Comer, dormir e se mover não são recompensas por bom comportamento. São a base. Perceba o tom que você usa consigo mesma: se você não falaria assim com uma amiga, não fale assim com você.
Anote no fim do dia uma coisa que deu certo. Pode ser boba. Em trinta dias você terá trinta provas concretas de que fez mais do que a memória costuma lembrar.
Marque no calendário o dia em que começou. No trigésimo, releia suas anotações. A pergunta não é "estou perfeita?" — é "estou me tratando melhor do que há um mês?". Se a resposta for sim, o método está funcionando.